A Busca pela Igualdade de Gênero no Brasil

“Deixe a mulher compartilhar dos direitos e ela emulará as virtudes dos homens.” Mary Wollstonecraft, com essa frase, focaliza um problema social muito antigo, que ainda nos dias atuais persiste – a desigualdade dos gêneros – um comportamento frequente que deve ser erradicado da sociedade brasileira.

Desde os primórdios da humanidade as mulheres são tratadas como inferiores ao homem. Em grandes civilizações, como a romana e a grega, símbolos de sabedoria, não era proposto a ambos os gêneros direitos iguais, sendo o feminino tratado como submisso ao masculino. De mesma forma ocorre atualmente, embora de modo mais sutil, a diferença é notável e a dificuldade encontrada pela mulher para se incorporar a sociedade é visivelmente maior se comparada aos homens.

É imprescindível notar que os direitos adquiridos pelas mulheres, no decorrer dos séculos, mudaram em muito seu modo de vida e expectativas. Seria inimaginável que uma moça pudesse assumir um cargo de chefia numa empresa, ou até mesmo que votasse. No entanto, deve-se salientar que embora tenha havido melhorias, o ideal é direitos iguais a ambos os sexos, sem haver superioridade para qualquer um dos lados.

Contudo, para combater a desigualdade dos gêneros, deve-se educar as crianças desde cedo, pois a educação é o único meio de combater desigualdades e discriminações. Deste modo, preparando a sociedade ideal a partir do berço.

Em suma, com a conscientização da população, maior fiscalização para com as leis já existentes e um esforço conjunto entre o povo e o governo, mais este problema pode ser sanado, dando um passo para mais perto da sonhada utopia, que embora longínqua e inatingível, incentivaria a sociedade brasileira a melhorar ao máximo em sua busca. Trazendo melhores condições de vida a todos.

Augusto Becker – 2º EM A