Transporte público ineficaz; liberação de gases poluentes; grande ocorrência de congestionamentos; custo elevado das tarifas. Essas são as principais vertentes de um ambiente influenciado pela dificuldade da mobilidade urbana, devido ao aumento excessivo do número de automóveis nas cidades, causando transtornos à qualidade de vida da população.
É preciso frisar que a intensificação da utilização de veículos individuais é consequência da má qualidade do transporte público e está diretamente relacionada à piora da saúde populacional. Uma vez que a circulação dos automóveis aumenta, consequentemente, os níveis da liberação de gases poluentes na atmosfera se expandem.
Ainda convém lembrar que, diante da intensificação dos veículos nas metrópoles, os congestionamentos se tornaram uma realidade que se agrava cada vez mais. No entanto, para reverter esse crescimento, projetos como o da Prefeitura de São Paulo, junto com banco Itaú, foram criados para disponibilizar bicicletas à população como uma solução para o deslocamento nos centros urbanos.
Outro fator indispensável é a elevação dos custos para a utilização dos transportes públicos, como por exemplo o ônibus, que sofreu aumentos em suas tarifas, causando indignação aos usuários e o revés a essa forma de mobilidade. Por causa disso, manifestações contra os reajustes são recorrentes, na busca pela cidadania.
Portanto, para que a haja a melhora da infraestrutura relacionada ao numero excessivo de automóveis no meio urbano, é necessário que os Ministérios dos Transportes invistam na construção de meios locomotivos alternativos, tais como hidroviárias e a disponibilização de bicicletas para população, visando a diminuição dos congestionamentos e a redução da emissão de gases poluentes na atmosfera. Além disso, é indispensável a criação de projetos como passe livre para estudantes e desempregados, ou a cobrança de preços mais justos.

Sthefane de Almeida Silva – 3º EM B